Uma mulher , uma vez, me disse que gosta de homem ciumento. Penso que uma mulher com uma mentalidade dessa é uma pessoa egoísta, superficial, que não está nem aí para os sentimentos alheios. Não existe nada bonito , nada de sublime no ciume. Assim como o câncer, esse Monstro de Olhos Verdes não devia existir,mas, infelizmente, ele existe. Ciume é dor e sofrimento, e quem gosta de ter um sentimento assim, deve ser masoquista e/ou completamente louco. Acredito que a tal mulher que disse gostar de homem ciumento, adora ser disputada pelos homens, pouco importando se eles estão a sofrer.
Um sujeito que só conheço no âmbito virtual, revelou que se apaixonou virtualmente. Um ano de relacionamento, não se conheceram pessoalmente, pois, segundo ele, ela sempre arrumava uma desculpa. Ela era casada e dizia que seu casamento estava no fim, estava pra se separar. Numa crise paranóica de ciume dela, eles terminaram tudo. E ele acabou descobrindo que as mesmas juras de amor que fazia pra ele, ela fazia para outros, e continuou casada... Seu sofrimento foi tanto, que ele emagreceu sete quilos. Na última notícia que tive dele, ele me falou que arrumou uma namorada, mas que existe mesmo, não é namorada virtual. E o homem sumiu da blogosfera...
Um poeta, cinquentão, bem experiente no mundo cibernético, que tinha 264 pessoas em seu rol orkutiano, sendo que apenas 39 eram homens, se apaixonou por uma delas. Não sei se se conheceram pessoalmente, sei que ele se deu mal, pois ela dizia sim, depois dizia não, o provocou muito, apenas o iludindo, depois restou só a desilusão.
Nesta semana, vi uma matéria interessante sobre amor virtual. Tão interessante que me cadastrei no site, só para tecer um comentário.
Dois jovens, ela, 26 anos, ele, 27 anos, tiveram um romance virtual, sendo que os contatos foram através de chat, cartões virtuais e e-mails. O rapaz, segundo a moça, escrevia bem, era simpático, carinhoso e romântico. Ela era do nordeste, ele do sul. Foram dois anos de romance virtual. Ela insistia em conhecê-lo pessoalmente, ele sempre arrumava desculpas, que impediam que se encontrassem. Até que ela tomou a decisão de ir até sua cidade. Ele desconversou, e, gradualmente, se afastou dela, que ficou chateada e se desiludiu com amores virtuais. Interessante é que ela diz não entender o motivo pelo qual ele não a quis conhecer. Ora, essa moça só pode ter sido vítima de um crápula! Ele se apresentava como solteiro, mas não duvido de ser casado ou ter uma namorada. Só ela que se apaixonou. Dois anos de perda de tempo, de amor em vão!
Um sujeito que só conheço no âmbito virtual, revelou que se apaixonou virtualmente. Um ano de relacionamento, não se conheceram pessoalmente, pois, segundo ele, ela sempre arrumava uma desculpa. Ela era casada e dizia que seu casamento estava no fim, estava pra se separar. Numa crise paranóica de ciume dela, eles terminaram tudo. E ele acabou descobrindo que as mesmas juras de amor que fazia pra ele, ela fazia para outros, e continuou casada... Seu sofrimento foi tanto, que ele emagreceu sete quilos. Na última notícia que tive dele, ele me falou que arrumou uma namorada, mas que existe mesmo, não é namorada virtual. E o homem sumiu da blogosfera...
Um poeta, cinquentão, bem experiente no mundo cibernético, que tinha 264 pessoas em seu rol orkutiano, sendo que apenas 39 eram homens, se apaixonou por uma delas. Não sei se se conheceram pessoalmente, sei que ele se deu mal, pois ela dizia sim, depois dizia não, o provocou muito, apenas o iludindo, depois restou só a desilusão.
Nesta semana, vi uma matéria interessante sobre amor virtual. Tão interessante que me cadastrei no site, só para tecer um comentário.
Dois jovens, ela, 26 anos, ele, 27 anos, tiveram um romance virtual, sendo que os contatos foram através de chat, cartões virtuais e e-mails. O rapaz, segundo a moça, escrevia bem, era simpático, carinhoso e romântico. Ela era do nordeste, ele do sul. Foram dois anos de romance virtual. Ela insistia em conhecê-lo pessoalmente, ele sempre arrumava desculpas, que impediam que se encontrassem. Até que ela tomou a decisão de ir até sua cidade. Ele desconversou, e, gradualmente, se afastou dela, que ficou chateada e se desiludiu com amores virtuais. Interessante é que ela diz não entender o motivo pelo qual ele não a quis conhecer. Ora, essa moça só pode ter sido vítima de um crápula! Ele se apresentava como solteiro, mas não duvido de ser casado ou ter uma namorada. Só ela que se apaixonou. Dois anos de perda de tempo, de amor em vão!

