Quando tínhamos aproximadamente um ano de convivência, me deparei com ela numa comunidade de besteirol. Fiquei chocado, pois pra mim a comuna não era um lugar para uma mulher de tanta classe como ela. E ela participava ativamente. Fui duro com ela, e me despedi. Porém, gostei muito de sua resposta, ao me dizer que é bem cômodo conviver com os que parecem, concordam com a gente, difícil é aceitar as diferenças. Ela disse isso com palavras diferentes da que eu acabei de escrever, me parecia muito sincera, me convenceu. Pouco tempo depois, ela saiu da tal comunidade.
Contudo, se o destino me fizesse tê-la conhecido nessa comunidade, era bem possível de nem chegarmos a ser amigos.
Um ano e um mês de convivência, e ela, alegando ser por minha causa, que eu impliquei com tudo no perfil dela, exclui seu perfil, no qual usava seu nome verdadeiro. Fiquei superchateado com sua atitude, pois mesmo não estando mais no seu rol de amigos(achei melhor assim, pra não ver recados masculinos em sua página), eu gostava dela no orkut, gostava de olhar seu perfil, era como se ela estivesse do meu lado.
Pouco tempo depois, ela volta ao orkut, só que, pra minha surpresa, como fake(ela dizia não gostar de fakes). A adiciono. No começo foi muito divertido, mas isso acabou rápido. Nós, que já brigávamos muito anteriormente, passamos a brigar bem mais. Rapidamente sai do seu rol.
E olhem o destino de novo: quando ela tinha seu perfil com o nome verdadeiro, haviam umas 70 pessoas em seu rol, a maioria mulheres, a grande maioria, ela conhecia pessoalmente. Seus amigos eram carinhosos com ela, mas nem tanto. Com esse perfil, ela raramente participava de comunidades, alegando falta de tempo. Com o perfil fake, ela passou a ter participação ativa, angariando a admiração de muitos homens, alguns em seu rol orkutiano. Ela se tornou uma heroína, um ídolo para seus amigos. E penso que se eu tivesse a conhecido como fake, ela seria apenas mais uma das minhas amigas orkutianas, já que eu não consigo me apaixonar por mulheres que muito se expõe, que muito são assediadas. Não gosto de concorrência, não aprecio jogos. Não consigo amar, sem ser possessivo. Eu já tinha ciência que a LL era uma mulher extrovertida, sociável, no entanto, ela era bem discreta quando tinha seu perfil com o nome verdadeiro, então, parecia que ela era só minha, que o mundo era só de nós dois.
Ela sai do orkut. Depois surge, pela primeira vez, na blogosfera. Cria um bonito blog, comenta em vários outros, encantando a todos, mais em especial aos homens. Exclui seu perfil e volta duas vezes. Reapareceu recentemente, com um blog mais bonito ainda que o anterior e mais delicado, feminino, bem sedutor. Está mais exposta ainda, exibindo seu talento de poeta, sendo alvo de elogios diversos.
Se eu a tivesse conhecido na blogosfera, creio que não me apaixonaria, que ela seria apenas mais um dos meus contatos.
Bom lembrar, que no decorrer de nosso relacionamento, ela disse que se apaixonou por mim. Brigas terríveis, acusações mútuas, desconfianças e ciumes exacerbados de ambos. Tudo isso, aconteceu em 3 anos e 4 meses de contato. E tudo indica que nunca vou conhecer pessoalmente a mulher que mais amei na minha vida. Fato que sempre lamentarei. Mais uma brincadeira do destino.
Se morássemos na mesma cidade, acredito que nos conheceríamos pessoalmente em janeiro ou fevereiro/2009; sendo provável de não gostarmos um do outro... E tudo terminaria rápido, mas o destino quis brincar. O que eu acho bem estranho em mim, é que é comum, quando brigo demais com uma pessoa, de passar a ter antipatia e até mesmo um pouco de ódio da mesma, mas não tenho raiva da LL. Não a quero mal, embora ela vive a falar que a odeio.
É, parece que o destino brincou comigo, e sabe-se lá o porque.
Podem comentar a vontade, se quiserem. Podem discordar e mesmo me criticar à vontade também, só não aceito esculhambação.rs
Contudo, se o destino me fizesse tê-la conhecido nessa comunidade, era bem possível de nem chegarmos a ser amigos.
Um ano e um mês de convivência, e ela, alegando ser por minha causa, que eu impliquei com tudo no perfil dela, exclui seu perfil, no qual usava seu nome verdadeiro. Fiquei superchateado com sua atitude, pois mesmo não estando mais no seu rol de amigos(achei melhor assim, pra não ver recados masculinos em sua página), eu gostava dela no orkut, gostava de olhar seu perfil, era como se ela estivesse do meu lado.
Pouco tempo depois, ela volta ao orkut, só que, pra minha surpresa, como fake(ela dizia não gostar de fakes). A adiciono. No começo foi muito divertido, mas isso acabou rápido. Nós, que já brigávamos muito anteriormente, passamos a brigar bem mais. Rapidamente sai do seu rol.
E olhem o destino de novo: quando ela tinha seu perfil com o nome verdadeiro, haviam umas 70 pessoas em seu rol, a maioria mulheres, a grande maioria, ela conhecia pessoalmente. Seus amigos eram carinhosos com ela, mas nem tanto. Com esse perfil, ela raramente participava de comunidades, alegando falta de tempo. Com o perfil fake, ela passou a ter participação ativa, angariando a admiração de muitos homens, alguns em seu rol orkutiano. Ela se tornou uma heroína, um ídolo para seus amigos. E penso que se eu tivesse a conhecido como fake, ela seria apenas mais uma das minhas amigas orkutianas, já que eu não consigo me apaixonar por mulheres que muito se expõe, que muito são assediadas. Não gosto de concorrência, não aprecio jogos. Não consigo amar, sem ser possessivo. Eu já tinha ciência que a LL era uma mulher extrovertida, sociável, no entanto, ela era bem discreta quando tinha seu perfil com o nome verdadeiro, então, parecia que ela era só minha, que o mundo era só de nós dois.
Ela sai do orkut. Depois surge, pela primeira vez, na blogosfera. Cria um bonito blog, comenta em vários outros, encantando a todos, mais em especial aos homens. Exclui seu perfil e volta duas vezes. Reapareceu recentemente, com um blog mais bonito ainda que o anterior e mais delicado, feminino, bem sedutor. Está mais exposta ainda, exibindo seu talento de poeta, sendo alvo de elogios diversos.
Se eu a tivesse conhecido na blogosfera, creio que não me apaixonaria, que ela seria apenas mais um dos meus contatos.
Bom lembrar, que no decorrer de nosso relacionamento, ela disse que se apaixonou por mim. Brigas terríveis, acusações mútuas, desconfianças e ciumes exacerbados de ambos. Tudo isso, aconteceu em 3 anos e 4 meses de contato. E tudo indica que nunca vou conhecer pessoalmente a mulher que mais amei na minha vida. Fato que sempre lamentarei. Mais uma brincadeira do destino.
Se morássemos na mesma cidade, acredito que nos conheceríamos pessoalmente em janeiro ou fevereiro/2009; sendo provável de não gostarmos um do outro... E tudo terminaria rápido, mas o destino quis brincar. O que eu acho bem estranho em mim, é que é comum, quando brigo demais com uma pessoa, de passar a ter antipatia e até mesmo um pouco de ódio da mesma, mas não tenho raiva da LL. Não a quero mal, embora ela vive a falar que a odeio.
É, parece que o destino brincou comigo, e sabe-se lá o porque.
Podem comentar a vontade, se quiserem. Podem discordar e mesmo me criticar à vontade também, só não aceito esculhambação.rs


