Eu e o J. estamos nos encontrando com um certa frequência, nos bares, mais pelo motivo de negociar discos, embora, umas poucas vezes, como ontem, por exemplo, ele ter me telefonado, dizendo que, devido a ter que fazer um saque, num banco que ele tem conta, perto do bar que frequento, iria se encontrar comigo.
O J. é um sujeito muito bem educado, aparenta ser equilibrado e calmo. Discreto, mas parece ter um grande rol de amigos, ou colegas, ou conhecidos, já que, quase sempre que saio com ele, ele se depara com um tanto de pessoas conhecidas. Infelizmente, J. gosta mais de falar do que de ouvir...
Ele seria meu amigo? Bem, não acredito. A meu ver, o interesse dele é apenas negociar discos.
Ah, as incompatibilidades, os gostos diferentes: J. quer sempre ir em determinados bares, bares que não gosto, e eu quero ir nos bares que ele não admira.rs
Apesar de ser mais tolerante do que eu, ficou irritado, ontem, quando o dono do bar pediu que ele recolhesse uma garrafa e um copo de cerveja, que um cliente deixou no balcão. No entanto, não demonstrou essa irritação para o proprietário do bar, apenas desabafou comigo: "ele tá achando que sou garçom !".
A companhia de J. não me incomoda, mas eu preferiria sair sozinho. Parece que a solidão, o individualismo, está mais que enraizado na minha pessoa. Os bares que escolho, que prefiro, são os menos movimentados, os mais silenciosos. Já parei de frequentar muitos bares por motivos diversos, mormente pelo atendimento.
Acho até possível que um dia eu pare de frequentar bares, só bebendo em casa. O problema é que, vez ou outra, gosto, necessito de sair,e não estou tendo lugar para ir. Quanto mais o tempo passa, menos gosto das coisas.
Hoje, vi num blog que sigo, um texto sobre uma planta , alcaçuz , que ajuda no combate ao estresse e dá ânimo pra gente. Vou comprá-la, quem sabe posso me animar um pouco? Com o desânimo e achando tudo muito sem graça, sem cor, creio que teria que comer ao menos dez chocolates por dia.rs. E correndo o risco de me tornar diabético. Não curto mesmo tomar remédios, mas penso que haja calmantes para me acalmar, haja psicólogos para conseguirem que eu veja a vida sobre outro parâmetro, observando com mais atenção, o lado positivo das coisas, e uma dessas coisas que menos tolero é gente. Claro que conheci e ainda conheço muita gente boa, mas as más pessoas me irritam bastante, bastante mesmo; elas , com suas ignorâncias, prepotência, maldades, conseguem me tirar do sério, conseguem me fazer odiar. Expurgamos umas, expurgamos outras, mas elas sempre aparecem mais... Haja paciência!!!
Ando cada vez mais anti-social ... e paranoico também!
O J. é um sujeito muito bem educado, aparenta ser equilibrado e calmo. Discreto, mas parece ter um grande rol de amigos, ou colegas, ou conhecidos, já que, quase sempre que saio com ele, ele se depara com um tanto de pessoas conhecidas. Infelizmente, J. gosta mais de falar do que de ouvir...
Ele seria meu amigo? Bem, não acredito. A meu ver, o interesse dele é apenas negociar discos.
Ah, as incompatibilidades, os gostos diferentes: J. quer sempre ir em determinados bares, bares que não gosto, e eu quero ir nos bares que ele não admira.rs
Apesar de ser mais tolerante do que eu, ficou irritado, ontem, quando o dono do bar pediu que ele recolhesse uma garrafa e um copo de cerveja, que um cliente deixou no balcão. No entanto, não demonstrou essa irritação para o proprietário do bar, apenas desabafou comigo: "ele tá achando que sou garçom !".
A companhia de J. não me incomoda, mas eu preferiria sair sozinho. Parece que a solidão, o individualismo, está mais que enraizado na minha pessoa. Os bares que escolho, que prefiro, são os menos movimentados, os mais silenciosos. Já parei de frequentar muitos bares por motivos diversos, mormente pelo atendimento.
Acho até possível que um dia eu pare de frequentar bares, só bebendo em casa. O problema é que, vez ou outra, gosto, necessito de sair,e não estou tendo lugar para ir. Quanto mais o tempo passa, menos gosto das coisas.
Hoje, vi num blog que sigo, um texto sobre uma planta , alcaçuz , que ajuda no combate ao estresse e dá ânimo pra gente. Vou comprá-la, quem sabe posso me animar um pouco? Com o desânimo e achando tudo muito sem graça, sem cor, creio que teria que comer ao menos dez chocolates por dia.rs. E correndo o risco de me tornar diabético. Não curto mesmo tomar remédios, mas penso que haja calmantes para me acalmar, haja psicólogos para conseguirem que eu veja a vida sobre outro parâmetro, observando com mais atenção, o lado positivo das coisas, e uma dessas coisas que menos tolero é gente. Claro que conheci e ainda conheço muita gente boa, mas as más pessoas me irritam bastante, bastante mesmo; elas , com suas ignorâncias, prepotência, maldades, conseguem me tirar do sério, conseguem me fazer odiar. Expurgamos umas, expurgamos outras, mas elas sempre aparecem mais... Haja paciência!!!
Ando cada vez mais anti-social ... e paranoico também!




